Horizonte distante ceifa a dor insólita
Sólida rocha rompe o mar
Corpo negro entregue ao mergulho dessa
Triste morte a se aproximar
A mente delira ao quebrar de ondas
Que levam o rochedo ao mar
Fúria que vejo indo, e ao voltar
Silêncio se desfaz e eu vivo
A neblina que em tão febril
Olhar, lava os trêmulos dedos
Que tateam a pele fria castigada
De tão longo pesar
Ver-se a alma lavar
Em prantos angelicos de tão suplicante
Libertar, e essa solidão que nada é
A ESPOSA
Há 6 anos
Gota a gota escoando como um fim de tarde. Belíssimo!
ResponderExcluirAbraços
V.
Parabéns Jandeilson!
ResponderExcluirQue pela poesia!
ResponderExcluirGosto de escrever poesias, mas nunca mostro por vergonha :3
Belo trabalho. o/
sorrisoselivros.com